[Etc-br] Eloá - tudo aquilo que a mídia não quer falar

Drica Veloso dricaveloso at gmail.com
Tue Oct 21 00:32:43 CEST 2008


o que to achando mais bizarro é simpelsmente ninguém fdalar do fato de
que a menina começou um relacionamento aos 12 anos com um cara de
19!!!! isso é coisa do tempo da minha bisavó que casou coom meu bisavo
aos 12 anos quando nem tinha menstruado... naquela época isso era
normal... e parece q hj em dia tb!!!

2008/10/20 Fabianne Balvedi <fabs at estudiolivre.org>:
> Eloá. O que as mídias e os especialistas não discutem
> Sábado, 18 de Outubro de 2008
>
> Há menos de 24h do trágico desfecho do seqüestro de Eloá Cristina
> Pimentel, por Lindemberg Alves, todos atônitos procuramos "compreender"
> via mediação dos meios de comunicação social e de especialistas da
> segurança pública, psicólogos, e outros, um fato presente cotidianamente
> no noticiário: o assassinato de mulheres.
>
> Muitas são as explicações que tentam dar conta do comportamento do jovem,
> cujo perfil durante o processo de negociação fora retratado pelos meios
> como de um rapaz tranqüilo, trabalhador, que tinha planos para casar.
> "Dificuldade de lidar com as frustrações"; "comportamento passional", "de
> tolerância muito baixa às frustrações", entre outros argumentos são
> discutidos publicamente em jornais, sites, rádio, enfim, em todo processo
> de agendamento desta lamentável crônica de mais uma tragédia midiatizada.
> Inúmeros aspectos deste acontecimento são ressaltados na cobertura: o
> lugar, os protagonistas, o tempo, amigos, imagens, os momentos de
> negociação, os lugares de origem de Eloá e Lindemberg, as imagens...
> Todavia há um aspecto a ser considerado nesta notícia, e que passa
> intocado na cobertura de crimes que possuem semelhança com o homicídio de
> Eloá, o fato de que eles se relacionam com as desigualdades de gênero. Se
> nos negarmos a discutir também nos noticiários esta face da violência,
> será muito difícil à superação de algo que pode ser considerado,
> lamentavelmente, um padrão cultural vigente, a prática de crimes contra as
> mulheres.
>
> Um breve monitoramento de mídia permite perceber a brutalidade e
> reificação de crimes como estes: eles não são apenas crimes passionais,
> podem ser situados numa teia complexa de construção de valores sociais que
> forjam um feminino fraco, vulnerável, incapaz e sem condições de decidir a
> própria vida, em contraposição a um modelo de masculinidade rígido e
> legitimado socialmente a partir da força, da dominação e do controle. São
> de certa maneira estes alguns dos elementos que mantém os mecanismos
> psíquicos do poder na constituição do sujeito e a na construção da
> sujeição.
>
> Perceber os gêneros como processo de mediação do social é urgente para nos
> darmos conta da violência contra a mulher como um fenômeno social cujo
> aparecimento cotidiano nas mídias também precisa ser interpretado,
> refletido com e a partir dos veículos de comunicação e tendo como foco o
> papel social dos profissionais de imprensa.
>
> A motivação de Lindemberg em manter seqüestrada Eloá e tentar por fim a
> vida da jovem se inter-relaciona com outros fatos conhecidos da sociedade
> brasileira, como os assassinatos de Ângela Diniz, Sandra Gominde, Daniela
> Perez, e ainda de inúmeros casos de violência e homicídios femininos que
> são noticiados, mas que carecem não de uma tentativa de tentar compreender
> o comportamento masculino, mas de questionar os valores sociais que se
> reproduzem nas trocas simbólicas e tecem ainda, tristemente, este
> predomínio do falo que oprime e extermina.
>
> O tiro na virilha de Eloá não é só uma metáfora, mas uma expressão do ódio
> da tentativa frustrada de continuar mantendo o exercício do controle sobre
> o corpo das mulheres, por isto me sinto hoje também transpassada por esta
> bala.
>
> Numa das notícias veiculadas sobre o Caso Eloá, dois personagens
> sobrenaturais surgiram: um anjinho e um diabinho que acompanhavam
> Lindemberg. Parece inacreditável, mas este recurso, muito comum entre
> homens que praticam violência contra as mulheres, aparece mais uma vez
> como uma máscara, uma performance que busca esconder o lado perverso de um
> imaginário social que em momentos como este é despertado pelos disparos
> protagonizados por um homem que representa os mecanismos simbólicos
> forjados socialmente e que negam cotidianamente às mulheres o seu direito
> a vida.
>
> Sandra Raquew dos Santos Azevedo, jornalista.
>
> http://etnografiasdoinvisivel.blogspot.com/2008/10/elo-o-que-as-mdias-e-os-especialistas.html
>
> ______________________________
> A "crise amorosa" do Coronel Felix
>
> A justificativa do coronel Eduardo Felix para explicar porque não atiraram
> num sequestrador que se outorgou direito de morte sobre duas mulheres,
> baseou-se no mito do amor: " é um garoto de 22 anos de idade, sem
> antecedentes criminais e com uma crise amorosa". O criminoso, pois
> sequestro é crime hediondo, motivado por ódio, transforma-se em um garoto
> enamorado, nas mãos de quem o Coronel entregaria seu filho. O irmão de
> Nayara, que sabia o que estava em cena, não entrou no cativeiro.
>
> Em cena, o direito de propriedade ultrajado do macho sobre as fêmeas da
> espécie. A mulher que se recusa a se submeter a essa lei é morta. É mais
> uma a ingressar numa enorme lista. O Coronel tinha essa lei em mente.
> Baseado nela, seu julgamento condenou Eloá à morte.
>
> Não podemos deixar passar mais esse caso emblemático do pacto dos
> patriarcas sobre a posse das mulheres. A imprensa foca em quem atirou,
> como se não se
> tratasse de machos se defendendo, não importa as consequências para as
> mulheres.Tudo foi feito para poupar o criminoso. Até deixar a amiga entrar
> de novo no cativeiro! E o Serra corroborando a ação da PM.
>
> Crime passional não existe! A crime é a misoginia do sequestrador, dos
> policiais, do governador e da mídia!
> As mulheres morrem porque os homens odeiam quando elas são mulheres, elas
> mesmas, em vez de SUAS namoradas, SUAS esposas, SUAS mães.Não se trata de
> amor, trata-se de ódio. Ou isso fica claro ou nunca iremos dar conta da
> "violência" contra a mulher.
>
> ana reis/NEIM-UFBA
>
> _______________________________________
> Quem quer e não possui... mata porque ama!
>
> "Quero Eloá, amo a Eloá", essa é a frase que se tornou símbolo do crime
> cometido por um homem violento e homicida. Frase que tirou o critério de
> crime da situação e colocou em cena a figura do homem apaixonado e
> desesperado pela falta do amor da sua vida.
>
> Enquanto o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar
> esperava durante longos cinco dias para saber se o homem violento e
> homicida iria se entregar, as pessoas se perguntam porquê os policiais não
> atiraram nele nas seis vezes que ele ficou na mira dos atiradores de
> elite.Vejo algumas pessoas se perguntarem de quem Eloá foi vítima. Aquela
> cegueira que tanto, nós feministas, denunciamos, ficou absurdamente
> evidente nesse caso que torturou de expectativa e medo a população
> brasileira.
>
> O coronel da tropa de choque de São Paulo, Eduardo José Félix, diz que se
> atirasse num rapaz de 22 anos em crise amorosa, todos julgariam que ele
> matou um rapaz sem antecedentes criminais, trabalhador, por está
> desesperado pela perda da namorada, sem nem ao menos esperar uma
> negociação. Não só eu, mas acredito que muitas e muitas pessoas tremeram
> ao ouvir a declaração do coronel, que ao invés de decidir cumprir seu
> dever como policial, na defesa e proteção da vida das adolescentes
> enclausuradas e ameaçadas, resolveu proteger o "pobre rapaz vítima de uma
> crise amorosa". Como as coisas podem ser tão distorcidas assim? Como se
> permite, apesar de tanto treinamento e experiência, que uma refém volte ao
> cativeiro?
>
> O que mais me chocou, como ser humano, foi acompanhar Eloá viva na janela,
> por várias vezes e depois vê-la, rodeada de policiais, com um tiro na
> cabeça. O que mais me chocou como mulher, foi sentir o respeito pelo
> "rapaz apaixonado" e o descaso pela vida das duas adolescentes que estavam
> com o direito de viver ou morrer nas mãos de Lindembergue.
>
> Na mídia e no ato passivo da polícia, ficou evidente que não se tratava de
> um bandido nem de um criminoso, mas de um rapaz com o futuro inteiro pela
> frente, que estava num momento de loucura. E onde fica o presente daquelas
> meninas? Onde fica o futuro delas? Por que os outros reféns, rapazes,
> foram logo liberados?
>
> Em nenhum momento percebi o direito à vida ser discutido. O que se falava
> era que elas eram lindas e inseparáveis, e Eloá a menina mais bonita da
> escola. Ela é uma menina bela, ponto.
>
> Como é que um homem maior de idade, que mantêm duas adolescentes de 15
> anos na mira de uma arma de fogo em cativeiro por cinco dias, não é um
> criminoso? Por que tanto respeito a ponto de invadir o apartamento com
> balas de borracha apenas? As "balas de verdade" do "pobre rapaz" a vida de
> Eloá, e deixaram marcas para sempre no rosto de Nayara.
>
> Amor? Até quando as mulheres vão morrer por essa coisa estúpida e perigosa
> que chamam de amor? Até quando os homens vão se sentir tão proprietários
> da vida das mulheres a ponto de decidir se ela continua ou acaba?
>
> Evidentemente que ele não tinha nada a perder. Como negociar com um
> bandido se você não tem o que ele quer? Ele queria a propriedade sobre a
> vida de uma mulher, suas decisões, seu afeto, sua vida... e já que ele, na
> sua lógica, não a possuía mais, a penetrou e a feriu de morte com uma bala
> em seu ventre, região da sexualidade e da vida. E para acabar com a
> possibilidade enfim, dela continuar vivendo sua própria vida,  suas
> próprias decisões, o veredicto final do "pobre rapaz": um tiro que
> atravessou sua cabeça.
>
> E por que ele teve tanta liberdade de decidir por isso? Porque ele é "o
> cara, o príncipe do gueto", e príncipes costumam decidir quem vive e quem
> morre.
>
> Agora como consolo, a mídia mais uma vez faz aquele velho discurso: "os
> órgãos da menina vão beneficiar pelo menos oito pessoas", aquele discurso
> da bondade, do "não foi tudo perdido", a diretora do hospital declara: "a
> gente acredita que vai ter grande sucesso. Apesar da dor da família, de
> todo esse estresse emocional que esse seqüestro causou, a gente tem
> alegria, com certeza, de fazer muitas pessoas que tinham o prognóstico
> fechado viverem".
>
> Sucesso? Estresse? Alegria? Essas palavras me trazem aquela sensação de
> filme já visto, do desvio das atenções, do apelo à doação de órgãos, o que
> de fato é absolutamente legítimo, mas que neste caso não pode borrar a
> atenção do assassinato de Eloá por um homem violento que se achava seu
> dono.
>
> Apesar de tudo, o delegado do caso, Luis Carlos dos Santos, ainda tem
> muitas dúvidas antes de dar qualquer pronunciamento sobre a qualificação
> do crime: "Precisamos saber principalmente o que o levou a tomar a decisão
> de atirar nas vítimas". Seria para rir se não fosse tão trágico!
>
> Infelizmente, as mulheres ainda continuam lacradas, e neste caso, lacrada,
> perfurada no útero por uma bala, eliminada da sua condição de "ser", pelo
> dono da situação, que decidiu que sem ser de sua propriedade, não havia
> nenhum motivo para continuar viva, ela já não tinha mais nenhum valor.
>
> Espero que, no julgamento ao menos, esse homem violento, homicida
> premeditado e seqüestrador, seja visto como tal, e não como um
> "trabalhador, calmo, amigo, companheiro e rapaz desesperado" como quer a
> mídia e a polícia.
>
> E eu fico aqui, me perguntando por que tanta condescendência com os homens
> violentos e assassinos e tão pouco direito para as mulheres nessa
> sociedade que se diz democrática.
>
> Kaliani Rocha
> kalianirocha at yahoo.com.br
>
> ___________________________________
> Feminicídio ao vivo – o que nos clama Eloá
>
> Maria da Penha Maia Fernandes – Inspiradora da lei Maria da penha 11340 e
> Coordenadora de Honra da Coordenadoria da Mulher da Prefeitura Municipal
> de Fortaleza.
>
> Tudo o que o Brasil acompanhou com pesar no drama de Eloá, em suas cem
> horas de suplício em cadeia nacional, não pode ser visto apenas como
> resultado de um ato desesperado de um rapaz desequilibrado por causa de
> uma intensa ou incontrolada paixão. É uma expressão perversa de um tipo de
> dominação masculina ainda fortemente cravada na cultura brasileira. No
> Brasil, foram os movimentos feministas que iniciaram nos anos de 1970, as
> denúncias, mobilização e enfrentamento da violência de gênero contra as
> mulheres que se materializava nos crimes cometidos por homens contra suas
> parceiras amorosas. Naquele período ainda estava em vigor o instituto da
> defesa da honra, e desenvolveram-se ações de movimentos feministas e
> democráticas pela punição aos assassinos de mulheres.  A alegação da
> defesa da honra era então justificativa para muitos crimes contra
> mulheres, mas no contexto de reorganização social para a conquista da
> democracia no país e do surgimento de movimentos feministas, este tema vai
>  emergir como questão pública, política,  a ser enfrentada pela sociedade
> por ferir a cidadania e os direitos humanos das mulheres. O assassinato de
> Ângela Diniz em dezembro de 1976, por seu namorado Doca Street, foi o
> acontecimento desencadeador de uma reação generalizada contra a absolvição
> do criminoso em primeira instância, sob alegação de que o crime foi uma
> reação pela defesa da "honra". Na verdade, as circunstâncias mostravam um
> crime bárbaro motivado pela determinação da vítima em acabar com o
> relacionamento amoroso e a inconformidade do assassino com este fim. Essa
> decisão da justiça revoltou parcelas significativas da sociedade cuja
> pressão levou a um novo julgamento em 1979 que condenou o assassino. Outro
> crime emblemático foi o assassinato de Eliane de Grammont  pelo seu
> ex-marido Lindomar Castilho em março de 1981. Crimes que motivaram a
> campanha "quem ama não mata".
>
> Agora, após três décadas, o Brasil assistiu ao vivo, testemunhando, o
> assassinato de uma adolescente de 15 anos por um ex-namorado inconformado
> com o fim do relacionamento. Um relacionamento que ele mesmo tomou a
> iniciativa de acabar por ciúmes, e que Eloá não quis reatar. O assassino,
> durante 100 horas manteve Eloá e uma amiga em cárcere privado, bateu na
> vitima, acusou, expôs, coagiu e por fim martirizou o seu corpo com um tiro
> na virilha, local de representação da identidade sexual, e na cabeça,
> local de representação da identidade individual. Um crime onde não apenas
> a vida de um corpo foi assassinada, mas o significado que carrega – o
> feminino. Um crime do patriarcado que se sustenta no controle do corpo, da
> vontade e da capacidade punitiva sobre as mulheres pelos homens. O
> feminicídio é um crime de ódio, realizado sempre com crueldade, como o
> "extremo de um continuum de terror anti-feminino", incluindo várias formas
> de violência como sofreu Eloá, xingamentos, desconfiança, acusações,
> agressões físicas, até  alcançar o nível da morte pública. O que o seu
> assassino quis mostrar a todas/os nós? Que como homem tinha o controle do
> corpo de Eloá e que como homem lhe era superior? Ao perceber Eloá como
> sujeito autônomo, sentiu-se traído, no que atribuía a ela como mulher (a
> submissão ao seu desejo), e no que atribuía a si como homem (o poder sobre
> ela – base de sua virilidade). Assim o feminicídio é um crime de poder, é
> um crime político. Juridicamente é um crime hediondo, triplamente
> qualificado: motivo fútil, sem condições de defesa da vítima, premeditado.
>
> Se antes esses crimes aconteciam nas alcovas, nos silêncios das
> madrugadas, estão agora acontecendo em espaços públicos, shoppings,
> estabelecimentos comerciais, e agora na mídia. Para Laura Segato[i] é
> necessário retirar os crimes contra mulheres da classificação de
> homicídios, nomeando-os de feminicídio e demarcar frente aos meios de
> comunicação esse universo dos crimes do patriarcado. Esse é o caminho para
> os estudos e as ações de denúncia e de enfrentamento para as formas de
> violência de gênero contra as mulheres.
>
> Muita coisa já se avançou no Brasil na direção da garantia dos direitos
> humanos das mulheres e da equidade de gênero, como a criação das
> Delegacias de Apoio às Mulheres – DEAMs, que hoje somam 339 no país, o
> surgimento de 71 casas abrigo, além de inúmeros núcleos e centros de apoio
> que prestam atendimento e orientação às mulheres vítimas, realizando
> trabalho de denúncia e conscientização social para o combate e prevenção
> dessa violência, além de um trabalho de apoio psicológico e resgate
> pessoal das vítimas. Também ocorreram mudanças no Código Penal como a
> retirada do termo "mulher honesta" e a adoção da pena de prisão para
> agressores de mulheres, em substituição às cestas básicas. A criação da
> Lei 11.340, a Lei Maria da Penha, para o enfrentamento da violência
> doméstica contra as mulheres.
>
> Mas, ainda assim as violências e o feminicídio continuam a acontecer.
> Vejamos o exemplo do Estado do Ceará: em 2007, 116 mulheres foram vítimas
> de assassinato no Ceará; em 2006, 135 casos foram registrados; em 2005,
> 118 mortes e em 2004, mais 105 casos[ii].  As mulheres estão num caminho
> de construção de direitos e de autonomia, mas a instituição do patriarcado
> continua a persistir como forma de estruturação de sujeitos. É preciso que
> toda a sociedade se mobilize para desmontar os valores e as práticas que
> sustentam essa dominação masculina, transformando mentalidades,
> desmontando as estruturas profundas que persistem no imaginário social
> apesar das mudanças que já praticamos na realidade cotidiana. O comandante
> da ação policial  de resgate de Eloá declarou que não atirou no  agressor
> por se tratar de "um jovem em crise amorosa", num reconhecimento ao seu
> sofrer. E o sofrer de Eloá? Por que não foi compreendida empaticamente a
> sua angústia e sua vontade (e direito) de ser livremente feliz?
>
> Maria Dolores de Brito Mota - Socióloga, professora da Universidade
> Federal do Ceará
>
> [i] SEGATO, Rita Laura. Que és um feminicídio. Notas para um debate
> emergente. Serie Antropologia, N. 401. Brasília: UNB, 2006.
>
> [ii] Dados disponíveis em:
> http://www.patriciagalvao.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/noticias.shtml?x=1076
>
>
> --
>
>   ~o
>     /<,
> ._`\ -_\#/
> (*) /-(*)    vote bike!
>
> --
> Fabianne Balvedi
> GNU/Linux User #286985
> http://fabs.tk
> "Art. 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes
> lindeiros, o condutor deverá: [...] ceder passagem aos pedestres e
> ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via
> da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem."
> http://www.cicloviavel.org/CTB-bici.html
>
>
>
>
> _______________________________________________
> Etc-br mailing list
> Etc-br at eclectictechcarnival.org
> http://eclectictechcarnival.org/cgi-bin/mailman/listinfo/etc-br
>
>



-- 
Drica Veloso
http://drica.org
Linux user: #392121


More information about the Etc-br mailing list